sábado, 7 de janeiro de 2012

Ministério da Integração Familiar

Segundo reportagem da Folha deste sábado, o deputado federal Fernando Coelho(PSB-PE), foi privilegiado pelo pai, ministro Fernando Bezerra(Integração Nacional), o filho recebeu a maior volume de verbas de emendas parlamentares da pasta do papai em 2011. Além disso, foi o único a ter todo o dinheiro reservdo no orçamento para pagamento,  não eram poucos disputando essas verbas, eram 220 com ele. Mas parece que no Ministério da Integração Familiar tudo é coincidência.
E como e não bastasse, o filho priilegiou o titio, que ainda por cima é irmão do ministro, o presidente da CODEVASF (Companhia do Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e da Paraíba), o deputado solicitou o dinheiro para as ações adminitradas pela Companhia do Tio, e o dinheiro foi liberado em Dezembro pelo ministério.


Fonte: Uol, JANEIRO/2012

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

A chuva virou negócio no Brasil?

Como se não bastasse a "indústria da seca", que vinha faturando com a eternização das calamidades, para benefícios de grupos políticos e econômicos no sertão, agora o sistema encontrou uma nova forma de ganhar uns trocados, através do assistencialismo barato, em detrimento do sofrimento alheio, e chama-se "indústria da chuva".


Fonte: UOL, JANEIRO/2012




A ONG Contas Abertas, emitiu hoje uma nota divulgando o Estado de Pernambuco como principal beneficiado pelas verbas de “prevenção e preparação a desastres”, de onde saiu 90% dos gastos de obras e que por coincidência é onde reside o Ministro da Integração Nacional, responsável pela gestão das verbas do programa. É, pelo visto a reforma ministerial não poderia ter chegado em melhor hora para Fernando Bezerra, que também por coincidência sairá como candidato a prefeitura de Recife.


Em 2011 estava previsto o repasse de R$ 980 milhões, sendo repassado R$ 1 bilhão, e em 2010 foram mais de 2,3 milhões em assistência de pessoa afetadas por calamidades. Quase R$ 6 bilhões foram movimentados pelas desastres de cidades destruídas pelas chuvas, enquanto isso, de R$ 10 reais, R$ 1 real é para prevenção de novas tragédias, e R$ 9 é pra reconstruir. 
Ano passado foi o Rio que recebeu quase R$ 300 milhões, e nada foi feito depois de um ano, agora é Minas Gerais que está com mais de 53 municípios em estado de emergência, espero que não se repita o que aconteceu na região serrana do Rio.
É, agora as Unidades federativas vão brigar por mais recursos, pois com a nova "indústria da chuva" dá mais dinheiro remediar do que prevenir, mesmo que morram centenas e mais centenas de pessoas todos os anos, na mesma época, no mesmo canal, e com os mesmos personagens.



Acompanhe mais detalhes:
Integração dá 90% da verba de prevenção a desastres para Pernambuco, Estado do ministro